Comparando o preço da banda larga brasileira ao dos países desenvolvidos


Introdução

Em nosso país muito se critica o preço e a qualidade das conexões banda larga. De fato, nossa conexão à Internet é lenta, instável e cara. Mas como é o custo do acesso à Internet em outros países do mundo? Será que, em relação ao custo e aos serviços oferecidos, estamos muito atrasados ou acompanhando seu ritmo?

Para tentar responder a essas instigantes questões, resolvi fazer uma comparação dos preços de banda larga oferecidas por operadoras de vários países. Claro que qualquer comparação nesse sentido certamente despertará polêmicas, então resolvi estabelecer alguns critérios para a comparação:

Primeiro, desconsiderei os serviços de acesso à Internet oferecidos por governos; quero comparar o preço cobrado pelas operadoras, como ocorre no Brasil. Mas qual operadora escolher e como fazer isso, visto que podem existir operadoras restritas apenas a alguns estados ou províncias?

Para isso, vamos nos valer do acaso. Digitei no Google algo como “<nome do país> telecom companies” e escolhi, aleatoriamente, uma das operadoras da lista retornada pela página da Wikipedia ou pelo próprio Google. Claro que devem haver operadoras com preços melhores, mas vamos encarar a operadora escolhida como o representante daquele país. É como na Copa do Mundo: temos milhares de jogadores de futebol mas apenas 22 são escolhidos para representar sua nação no evento.

O segundo ponto polêmico diz respeito ao preço. Evidentemente, se formos converter o custo das mensalidades das operadoras para o Real brasileiro, chegaremos à incrível conclusão de que nenhuma vale a pena, pois todas serão mais caras do que as que temos aqui. No entanto, essa conclusão estará errada, pois estaremos comparando o custo que eles tem com o nosso padrão de vida. Uma pesquisa recente mostrou que, se o brasileiro tivesse o custo de vida de um habitante dos EUA, um DVD pirata, que aqui custa cerca de 5 a 10 reais, custaria basicamente o preço de um original. Além disso, os habitantes dos EUA ganham e gastam em dólar, assim como os da Europa ganham e gastam em Euro, sem se preocupar com taxas cambiais, o que seria sua situação caso você se mudasse para lá. Em outras palavras, quando você precisa pagar uma conta que custa R$ 100,00 você não fica pensando quantos dólares vai gastar para isso. No entanto, sabemos que moedas diferentes tem um poder de compra diferente. Se eu perguntar se um produto que custa mil unidades monetárias é caro, a resposta correta seria: “depende de qual unidade”. Se for o Real, a resposta é sim, mas se for o Yen do Japão, podemos dizer que não. Logo, precisamos levar dois fatores em consideração: o valor que o habitante gasta pelo serviço em seu país e quanto esse valor representa em relação a uma unidade comum.

Como no momento em que escrevo o dólar estadunidense ainda é a moeda de referência para transações monetárias internacionais, apesar de todas as ameaças de calote e de consequente crise econômica global, vamos converter os diferentes custos para essa moeda e, assim, fazer nossa primeira comparação. O valor das moedas será convertido através do site xe.com. A seguir, vamos simplesmente comparar diretamente a quantidade de unidades monetárias necessárias para contratar o serviço.

Para que fique bem claro, embora hoje tenhamos várias modalidades de acesso à Internet, vamos comparar apenas pacotes de conexão banda larga residencial, desconsiderando, assim, planos de Internet 3G ou de acesso à rede pelo celular. Além do Brasil, que colocamos aqui apenas para comparação, serão escolhidos outros nove países de vários continentes: Canadá, Estados Unidos, Noruega, Portugal Espanha, Qatar, Japão, Austrália e Egito – este, não é um país desenvolvido, mas resolvi incluí-lo porque a operadora tem uma característica que você achará interessante. Ele não participará da comparação final.Será que, assim como tanto dizem em fóruns especializados, a nossa Internet é tão ruim se comparada à dessas outras nações? Leia e descubra.

Oi – Brasil

Comecemos por uma operadora nacional. Aqui, vemos de cara a primeira diferença entre as operadoras nacionais e as estrangeiras: a página inicial do site nos obriga a escolher nosso Estado e nossa cidade, o que não acontece na maioria das outras operadoras pesquisadas – embora em algumas tenha sido necessário escolher-se algum estado, província ou cidade, não fui impedido de navegar na página inicial por causa disso.

No estado do Rio Grande do Sul, tomado como referência, o Oi Velox é a escolha para quem quer internet no PC. A operadora oferece as velocidades de 1 Mbps a R$ 39,90 (US$ 25,44), 2 Mbps a R$ 49,90 (US$ 31,84), 5 Mbps a R$ 59,90 (US$ 38,22), 10 Mbps por R$ 69,90 (US$ 44,61), 15 Mbps por 79,90 (US$ 50,99) e 20 Mbps a R$ 129,90 (US$ 82,90). Note que esse valor apenas é válido se a conexão for contratada junto a uma linha telefônica; não consegui encontrar, no site, a página com os preços sem o serviço de voz, mas da última vez que vi, este custava mais de 100 reais por mês.

Shaw Internet – Canadá

Oferece Internet a cabo, com a opção de se contratar junto uma TV por assinatura. O plano mais básico oferece uma velocidade de 50 Mbps e 400 GB de dados. Custa $29,95 por 3 meses, depois $59,00 por mês. Esse valor, junto à assinatura de TV a cabo, dá um total de aproximadamente $83 mensais, mas a conexão pode ser adquirida sem a assinatura da televisão, tendo um custo de $79,90. Ainda é possível personalizar o plano na página, mas o site detecta a localização do visitante e exibe uma mensagem de indisponibilidade. Para esses preços, simulamos a compra na primeira cidade na lista em Alberta. Como, segundo o Google, 1 dólar canadense (CAD) vale US$ 1,04, esses são praticamente os mesmos preços.

Verizon – EUA

O plano ADSL comum é bastante flexível e permite a contratação com e sem contrato de fidelidade. Para clientes da operadora, além dos custos telefônicos já existentes, o plano padrão de alta velocidade, que de 0.5 a 1 megabit (acredito que seja referente à disponibilidade do local) sai por US$ 14,99 para clientes da operadora e por US$ 24,99 para quem não tem um telefone. Já o plano “enhanced”, que oferece velocidades de 1,1 a 15 megabits, sai por US$ 29,99 para os assinantes de linha e por US$ 39,99 para os não assinantes.

Já o plano FiOS, que oferece Internet fibra óptica, TV a cabo e telefone, tem três modalidades: 15 megas de download e 5 de upload, que sai por US$ 49,99 para clientes de telefonia e US$ 54,99 para não clientes; 25 megas de download e de upload que sai por US$ 69,99 para clientes e US$ 74,99 para não clientes e 50/20, que pode ser obtido, respectivamente, por US$ 139,95 e US$ 144,95.

Telenor – Noruega

A operadora norueguesa oferece várias opções de plano com ou sem TV por assinatura. Apenas com a ADSL, temos planos de 2 megas a 299 krones (US$ 54,57) na promoção de verão, 5 megas por 349 krones (US$ 64,75), 16 megas por 399 krones (US$ 74), 25 megas por 449 krones (US$ 83,29) e 40 megas por 549 krones (US$ 101,86); Além disso, em todos os planos, exceto de 25 e de 40 megas, é cobrada uma taxa adicional de 79 krones (US$ 14.66) mensais referentes ao aluguel da linha telefônica.

Em relação à fibra óptica, a Telenor oferece três modalidades de serviço: Medium, com velocidade de 8 megas de download e de upload por 449 krones (us$ 83,29), Premium, com velocidade de 25 megas de download e de upload a 549 krones (US$ 101,73) e Max, com 50 megas de download e de upload a 1390 krones (US$ 257,63). Além disso, há uma taxa de instalação de 4990 krones (US$ 924,97) e um modem wireless que custa 799 krones (US$ 148,14).

Sapo – Portugal

A Sapo é a divisão de acesso à Internet da Portugal Telecom, que era acionista da Vivo e, hoje, tem participação na Oi. Como em outros países, a empresa dos portugueses oferece acesso via ADSL e via fibra óptica.

No acesso ADSL, chama atenção o fato de a empresa oferecer uma conexão básica de 256k totalmente grátis. Embora seja uma velocidade extremamente reduzida, é a única oferta do gênero que vejo nos países pesquisados e uma boa estratégia para erradicar as conexões discadas. Evidentemente, quem quer uma conexão mais rápida não fica na mão e dispõe de uma conexão de 12 megas a 14,99 euros (US$ 21,29) ou de 24 megas a 19,99 (US$ 28,37).

Mas se para você 24 megas é pouco, o acesso via fibra óptica é a solução. A primeira coisa que chama a atenção na página é que, ao contrário do Brasil, onde ao se contratar 1 mega essa é a velocidade máxima que a conexão pode alcançar, todos os planos dizem que as velocidades são garantidas. Assim, o plano de 30 megas (garantidos) sai por 30,99 euros (US$ 44); a de 100 megas sai por 40,99 (US$ 58,21) e a de 200 megas por 86,99 (US$ 123,44) com telefone grátis. Vale lembrar que esses preços são válidos até o dia 15 desse mês.

Movistar – Espanha

Se a Telefonica desperta ódios nos clientes do Brasil, na Espanha ela é mais amigável. A empresa oferece planos de ADSL normal e de fibra óptica para quem tem e para quem não tem uma linha da empresa. Para quem não tem linha, a Movistar oferece uma banda larga de 10 megas por 34,17 euros (US$ 48,50) mensais na promoção atual (até 31/08) e 54,87 (US$ 77) fora dela. Para os amantes da liberdade, há um plano de 3 megas sem limites de download por 32,90 (US$ 45,65) mensais.

Já o plano de fibra óptica oferece 50 megas de download e 5 de upload em duas modalidades (as quais não consegui descobrir a diferença). Nos primeiros seis meses, o plano custa 29,90 euros (US$ 41,37) e, depois, 43,87 (US$ 61,35) na mesma promoção anterior, passando a custar 54,97 (US$ 77) fora dela.

QTel – Qatar

Os planos de Internet da, segundo a Wikipedia, única empresa de telecomunicações do país árabe – e certamente controlada pelo Governo, mas não tenho escolha a não ser considerá-la -, são modestos e parecidos com os nossos. A empresa oferece planos de 1 mega, a QR200 (US$ 54,91), de 2Mbps a QR300 (US$ 82,37), de 4 megas a QR 400 (US$ 109,83) e de 8 megas a QR600 (US$ 164,74). Além disso, a empresa cobra uma taxa de instalação de QR199 (US$ 54,64) e o roteador Wi-Fi padrão custa QR210 (US$ 57,66). Como se não bastasse, você precisa assinar por no mínimo 3 meses e, se futuramente quiser mudar de velocidade, precisa pagar mais uma taxa de QR50 (US$ 13,73) De forma totalmente anacrônica, o pacote oferece ao assinante 1 nome de domínio e o incrível espaço de 15MB, 25MB, 50MB e 100MB, respectivamente, para a publicação de sua home page, além de 3 contas de e-mail com, respectivamente, 250MB, 500MB, 1GB e 2GB cada. E você reclamando da sua conta…

KDDI – Japão

A KDDI no Japão, como era de se esperar, oferece pacotes de ADSL e telefone e também de ADSL, telefone e TV por assinatura. No plano apenas com Internet, há opções de 10 e de 50 megas. Note que a empresa cobra 819 yens (US$ 10,14) pelo aluguel do modem (algo que definitivamente não existe no Brasil), o que faz o custo total da Internet de 10 megas ser de 4389 yens (US$ 54,33) e o de 50 megas de 5103 yens (US$ 63,16). Vale lembrar que a empresa também possui uma política de descontos.

Telstra – Austrália

Os habitantes da terra dos cangurus tem vários planos oferecidos por essa operadora. Pelo que entendi, o preço é o mesmo para ADSL ou cabo. Como o dólar australiano está a US$ 1,09 segundo o Google, vamos considerar o preço diretamente. O sistema deles é parecido com o nosso, com uma franquia de dados de download, mas eles cobram o consumidor com base nessa franquia e não com base na velocidade contratada. Por um lado, isso é positivo, pois o consumidor não terá custos extras se a velocidade desejada não estiver disponível em sua região mas, por outro, limita em muito a utilização da banda. Há dois tipos de planos: o BigPond® Turbo® 2GB Liberty® é o mais básico, oferece até 1,5 mega de download e 256 kbps de upload na modalidade ADSL e até 8 megas de download e 256 kbps de upload no cabo e custa 9,95 por mês por uma franquia de apenas 2 GB, quando após este limite a velocidade será reduzida para 64 kbps. Já os planos Elite oferecem até 20 megas de download e 1 de upload no ADSL e até 30 megas de download e 1 de upload no cabo. O plano mínimo, de 2 GB, custa $ 19,95; o de 50 GB $49,95 e o de 200 GB de $ 69,95. Apenas esse último reduz a velocidade para 256 kbps quando a franquia é atingida.

Telecom Egypt – Egito

Se você achou os planos da empresa de telecomunicações do Qatar um absurdo, prepare-se. Eu recomendo que você se segure firme em sua cadeira antes de continuar lendo (é sério). Preparado? OK. Para usuários domésticos, a empresa de telecomunicações egípcia oferece conexão à Internet via… ISDN.

Segundo a Wikipedia, essa tecnologia foi consolidada nos anos 80 e tem uma taxa de transmissão máxima de 128 kbps. Os pagamentos mensais são de LE 20, um pouco mais de 3 dólares, mais os pulsos telefônicos. Para empresas, a Telecom Egypt oferece conectividade via Frame Relay/ATM e VPN. É necessário ponderar, porém, que serviços ADSL não estão disponíveis em todas as partes do mundo.

Conclusões

Não é possível dizer, diretamente, qual é a operadora com melhor preço, pois como disse, isso varia de acordo com o custo de vida de cada país, mas podemos traçar interessantes comparações com os dados expostos.

Em relação aos recursos de banda larga ADSL oferecidos, o Brasil está em pé de igualdade com os países desenvolvidos. Querendo ou não, o conjunto de Internet, telefone e televisão por assinatura já se tornou um pacote padrão em praticamente todos os países pesquisados. No entanto, a pesquisa mostra que, atualmente, a tecnologia de acesso ADSL já está sendo deixada como opção secundária e que a grande estrela do momento são as conexões de fibra óptica, que oferecem uma velocidade incomparavelmente superior. Embora já a venda nos países desenvolvidos, a tecnologia ainda está engatinhando por aqui, não está disponível em todas as operadoras e seu preço ainda é inacessível para a maioria da população. Isso mostra que estamos muito atrasados em relação às tecnologias oferecidas.

A obrigatoriedade de se contratar a conexão ADSL junto a uma linha telefônica sempre despertou polêmica no Brasil. Nesse aspecto, Canadá e Estados Unidos tem uma lição a nos ensinar. Enquanto, aqui, quem desejar adquirir apenas o serviço de dados paga uma mensalidade notavelmente superior àquela que seria paga com a linha, forma esta de as operadoras desestimularem a aquisição do serviço em separado, a diferença de preços na Verizon é quase desprezível e a conexão na Shaw Internet no Canadá é mais barata do que o pacote completo com telefone e TV por assinatura, uma forma interessante que a empresa encontrou de estimular a compra do pacote completo, que pode ser obtido por cerca de 10 dólares a mais, exemplos que já passaram da hora de serem aprendidos por aqui.

Em relação ao dólar, o país que oferece mais vantagem é Portugal, onde podemos contratar uma Internet de 100 megas garantidos por menos de 60 dólares, seguido pelo Japão, onde podemos assinar uma conexão de 50 megas por cerca de 63 dólares e pelo Canadá, onde a mesma velocidade pode ser contratada pelo preço similar. Para se ter uma ideia, o preço, em dólar, que a Oi cobra por uma conexão de 25 megas é praticamente o mesmo que a Shaw Internet cobra pelo dobro da velocidade com TV por assinatura e telefone incluídos. Se gastássemos em dólar (ou em outras palavras, se 1 dólar valesse exatamente 1 Real), o preço que eu pago por minha conexão de 300 kbps (junto à linha telefônica) seria quase o mesmo dessas conexão de 100 megas. O interessante é que a mesma empresa que oferece essa velocidade a esse preço em Portugal aparentemente não interfere na política de preço de seus “sócios” brasileiros.

Em contrapartida, a Noruega e o próprio Japão, contraditoriamente, estão entre as conexões mais caras se considerarmos as moedas locais. Embora a conexão de 50 megas seja acessível com relação ao preço em dólar, um habitante do país deve gastar mais de 3100 unidades monetárias de seu dinheiro para pagar a mensalidade do serviço, visto que 1 dólar atualmente vale cerca de 77 yens, o que torna a moeda do país muito desvalorizada, além da taxa de aluguel do modem, uma peculiaridade interessante. Já a banda larga na Noruega é cara, tanto na moeda local quando em relação ao dólar.

O Qatar, que está ganhando um destaque cada vez maior na mídia, é o país desenvolvido mais atrasado nos quesitos tecnológico e financeiro. O espaço em disco oferecido aos assinantes pelo provedor nacional remonta à década de 90, assim como as velocidades oferecidas, que estão aquém dos outros países. Os preços cobrados na moeda local, aliado às taxas, às burocracias e ao fato de que os habitantes do país tem apenas uma opção de operadora disponível, faz com que esse país não seja uma opção interessante.

De qualquer forma, esse pequeno estudo mostra que nosso país, que será sede de um grande evento esportivo em breve, ainda tem muito a evoluir no tocante a esse assunto. Enquanto nosso Governo briga para oferecer à população uma conexão banda larga de 512 kbps, na maioria dos países pesquisados essa velocidade sequer consta na tabela de preços. Estamos deveras e vergonhosamente atrasados tanto em relação à tecnologia de conexão quanto à forma e aos preços de cobrança.

A situação egípcia é bastante peculiar e preocupante, mas previsível, visto que a África é o continente que está, apenas agora, conquistando a independência de suas nações e que o país, só recentemente, saiu de uma ditadura teocrática que o assolava há décadas.

Em nossa luta por uma Internet barata e acessível, é necessário lembrarmos que vários pontos são relativos. Por mais que digamos que a Internet é uma aldeia global, isso não é verdade. Segundo o site Internet World Stats, apenas 30,2% da população mundial está conectada à rede de computadores. Para a imensa maioria dos habitantes de nosso planeta, a nossa realidade tecnológica é uma ilustre desconhecida. Quem dirá, então, o resto da Informática, as políticas de inclusão digital e os princípios básicos como cidadania e liberdade.

Por: André Machado <andreferreiramachado@gmail.com>
Disponível em: Guia do Hardware

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