Como retirar permissões de um usuário sobre alguns itens na área de trabalho no ubuntu.

Este tutorial mostra como fazer para retirar algumas permissões de um determinado usuário sobre alguns itens na área de trabalho do Ubuntu.

Após essa configuração, o usuário não poderá trocar papel de parede, proteção de tela, mudar as posições dos painéis, entre outras coisas. Mas continuará podendo criar pastas e arquivos na área de trabalho. Leia mais deste post

Instalando Mozilla Firefox, Java e Flash no Debian 6 Squeeze 64 bits

Olá a todos, depois de muito tempo longe do blog, hoje mostrarei como instalar o Mozilla Firefox com Plugin Java e Plugin Flash no GNU/Linux Debian 6 Squeeze 64 bits.

Importante: O Firefox no site da Mozilla esta compilado para GNU/Linux 32bit ou x86. Então vai apresentar erros se instalado em versões GNU/Linux 64 bits. (sem suporte a flash e sem suporte a java).
Para que o Firefox funcione corretamente, você deve baixar a versão 64bits do FTP da propria Mozilla baixe aqui.

1) Baixe a versão 64 bits do Firefox aqui.

2) Para remover o Iceweasel (navegador padrão do Debian):
– Abra um terminal e como root faça. (opcional)

# aptitude remove iceweasel

3) Descompacte o arquivo baixado para /usr/local

# tar -jxvf firefox-xx.x.tar.bz2 -C /usr/local (onde "xx.x" é a sua versão do firefox)

4) Crie um link de /usr/lib/firefox/firefox para /usr/local

# ln -s /usr/local/firefox/firefox /usr/bin

5) Adicionando um atalho do Mozilla Firefox no Menu Aplicativos no painel do Gnome:

– Clique com o botão direito do mouse em Aplicativos -> Editar Menus, em seguida selecione em menus: Internet -> Clique em Novo Item (à direita), digite “Mozilla Firefox” (sem aspas) no campo nome, depois “firefox” (sem aspas no campo comando. Clique na imagem da “mola”(simbulo do lançador) para selecionar o ícone do firefox. Navegue até a pasta /usr/local/firefox/icons e selecione o arquivo mozicon128.png. Clique em ok e saia.

OBSERVAÇÃO:
6) Somente para instalação do Mozilla Firefox 32bits em GNU/Linux 64 bits: Caso dê a seguinte mensagem de erro, “error while loading shared libraries: libgtk-x11-2.0.so.0: cannot open shared object file: No such file or directory”, instale a32-libs-libnss3 e ia32-libs-gtk (erro causado por versão 32 bits do Mozilla Firefox  instalado em GNU/Linux 64 bits).

# aptitude update
# aptitude install a32-libs-libnss3 ia32-libs-gtk

DETALHE IMPORTANTE!

O firefox ira rodar, mas sem o suporte a Java e a FlashPlayer.

6) Para fazer com que o plugin Java funcione no Mozilla Firefox faça o procedimento abaixo:

# aptitude install sun-java6-jre sun-java6-plugin sun-java6-fonts

NOTA:

Para instalar o Java 7 siga os passos descritos nesse post. Clique Aqui.

7) Para que o FlashPlayer funcione corretamente é necessário a instalação do pacote:

# aptitude install flashplugin-nonfree 

Bom é isso, espero que tenha ajudado àqueles que estiverem querendo colocar o navegador da raposa no GNU/Linux Debian Squeeze 64 bits.

Lightning Bolt: O Thunderbolt da AMD

Apesar de caro devido aos controladores e cabos, o Thunderbolt vem lentamente crescendo em popularidade, apesar do avanço do USB 3.0. Ao que tudo indica, ele deve assumir um nicho similar ao ocupado pelo Firewire no passado, servindo como uma opção mais rápida ao USB 3.0 para usuários profissionais. Muito provavelmente ele nunca chegará ao ponto de equipar todos os PCs e notebooks que chegam ao mercado, mas ele tende a se tornar mais comum, pelo menos nos modelos high-end.

Leia mais deste post

Bloqueando o Ultrasurf

Bloqueando o Ultrasurf através do Netfilter/Iptables – versão 10.08

Creio que o UltraSurf é a maior dor de cabeça para qualquer administrador de rede e security officer na atualidade! Após várias análises em artigos, pesquisas e tentativas sem sucesso, decidi estudar melhor esta aplicação, onde consegui o bloqueio sem ter que fechar as conexões 443 nas redes dos clientes.

Leia mais deste post

Intel lança Thunderbolt: conexão entre computadores e dispositivos de 10 Gbps

A Intel lançou oficialmente o Thunderbolt, uma nova forma de conexão rápida por cabos para computadores e dispositivos diversos. O projeto tinha o nome Light Peak e apareceu em 2009.

A tecnologia fornece dois canais com banda de 10 Gbps por porta, sendo bi-direcional – oferece a mesma banda em ambas as direções, ao mesmo tempo, no mesmo cabo. Suporta dois protocolos: PCI Express e DisplayPort, facilitando a configuração dos drivers de dispositivos diversos, desde monitores de alta resolução até mídias rápidas de armazenamento. A maioria das coisas deverão funcionar na forma de “plug and play”.

O sistema foi projetado pensando em aplicações de áudio e vídeo. Baixos tempos de latência e boa sincronização é item obrigatório. É possível usar cabos elétricos ou ópticos. O cabo pode enviar energia junto (10 watts, como vem sendo divulgado pela mídia), podendo alimentar muitos tipos de dispositivos, sendo bem melhor que o USB. O conector será compartilhado por todos os dispositivos, permitindo o aproveitamento dos cabos pelos usuários.

A Apple é a primeira a já aproveitar o novo conector na linha MacBook Pro.

A velocidade é o dobro da oferecida pelo USB 3.0, aumentando as possibilidades para edição de vídeos, que normalmente geram arquivos gigantes. Uma câmera ou dispositivo de captura de vídeo futuro com conexão Thunderbolt poderá transferir quase que “imediatamente” o trabalho para o computador.

A velocidade realmente impressiona. Segundo a Intel será possível transferir (em condições ideais) um filme HD completo em menos de 30 segundos, ou então fazer backup de 1 ano de áudio contínuo em mp3 em cerca de 10 minutos.

Aos poucos deveremos ver a tecnologia em computadores de alto desempenho, workstations e notebooks high-end. Portas USB 3.0 deverão continuar existindo, afinal muito já foi investido e serão coisas complementares, já que a tecnologia do USB é mais barata.

A inclusão do Thunderbolt exigirá um chip controlador feito pela Intel. Embora não tenha ligação direta com a AMD, é de se imaginar que fabricantes de placas mãe possam usar a nova interface sem maiores restrições, mas ainda pode ser cedo para ter certeza.

Fonte: Guia do Hardware

Instalando e utilizando o Zimbra

O Zimbra, é uma suite colaborativa de e-mail muito poderosa, cujo foco é ser uma alternativa livre ao Microsoft Exchange. Com suas duas versões disponíveis, a versão Network Edition (NE) e a Open Source, ele consegue, no mínimo equiparar-se a solução oferecida pela Microsoft, tendo a sua versão NE voltada a empresas que precisam de suporte e ferramentas de backup mais avançadas.

Leia mais deste post

Debian: servidor de arquivos, antivirus, lixeira e auditoria

  • Ambiente:
    • Sistema básico + Categoria Servidor de Arquivos
    • Disco de instalação (netinst-amd64)
  • Softwares utilizados: Samba+Clamav+Scannedonly
    • Samba: 3.2.5
    • Clamav: 0.95.2
    • Scannedonly: 0.15

Leia mais deste post

As diferenças entre o BSD e o Linux

An opinion on the differences between BSD and Linux

Autor original: Jesse Smith

Publicado originalmente no: distrowatch.com

Tradução: Roberto Bechtlufft

Pergunta do leitor Interessado em pinguins e demônios: O lema do DistroWatch é “Use Linux, BSD”. Quais são as diferenças entre esses sistemas? Dá para comparar os dois? Qual deles você me recomenda?

Leia mais deste post

Apresentação de slides com áudio? Use o Imagination

Using Some Imagination

Autor original: Jesse Smith

Publicado originalmente no: distrowatch.com

Tradução: Roberto Bechtlufft

Todologo-dws nós já assistimos a apresentações de slides dos outros, ou forçamos nossos amigos a assistirem às nossas. Na maioria das vezes, são fotos de férias ou casamentos. Seja qual for o evento, essas apresentações costumam ser longas e não muito empolgantes. Seria uma boa incluir umas músicas ou comentários de áudio na apresentação, não seria? Pois aqui vai uma ferramenta de código aberto feita para isso: o Imagination.

Leia mais deste post

Risco de segurança no método de carregamento de DLLs do Windows

Um problema relativamente grave sobre o carregamento de DLLs no Windows anda sendo bastante comentado por esses dias. Quase todo software usa várias bibliotecas do sistema, que estão armazenadas em arquivos DLLs. A inicialização delas não é feita com o caminho completo (por exemplo, C:\Windows\dllprocurada.dll) porque não há como saber o camiho físico em todos os PCs (o Windows poderia estar em outra partição, por exemplo). Em vez disso os programas chamam as DLLs do sistema pelo nome do arquivo, e o Windows entrega a primeira que encontrar numa sequencia de diretórios – entre eles, a pasta de sistema, é claro; mas também vale a pasta do executável e a “pasta de trabalho”.

Leia mais deste post